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 Mobilidade elétrica

 

MOBILIDADE NA CPFL

Quem é a CPFL?

  • Empresa centenária, fundada em 1912, com atuação em todos os segmentos do setor elétrico.

  • Market cap de ≈ R$15 bilhões, listada no Novo Mercado da BM&FBovespa e na NYSE (ADR Level III).

  • Maior player privado do setor elétrico brasileiro.

  • Líder no segmento de Distribuição com 13% de marketshare e 7,7 milhões de clientes.

  • Presença nas regiões mais desenvolvidas do Brasil.

  • 2º maior gerador privado com capacidade instalada de 3.129 MW, sendo 94% de fontes renováveis, e concessões de longo prazo.

  • Líder em Energia Renovável no Brasil.

  • Comercialização de energia para consumidores livres, com foco em consumidores especiais, com energia de fontes alternativas.

Nota: Indicadores referentes a Novembro/2015.


 

As iniciativas da CPFL Energia em Mobilidade Elétrica

....
  • Desenvolvimento dos veículos elétricos

    A CPFL vem, desde 2007, acompanhando o desenvolvimento dos veículos elétricos, das baterias e da infraestrutura de carregamento. Foram realizados alguns projetos, como desenvolvimento de veículos elétricos, de bateria, de eletropostos, importação de modelos elétricos prontos (carros e motos) e associação com players também pioneiros em Mobilidade Elétrica.

  • Primeiros testes

    ​Testes com scooters elétricas.

  • Parceria

    Parceria no projeto de veículos elétricos de Itaipu - eletrificação do modelo Palio Weekend.

     

  • Importação VE

    ​Aquisição de veículos Think City para uso da CPFL Energia.

  • Protótipo

    Desenvolvimento de um protótipo utilitário pequeno​ 100% nacional em parceria com o grupo Edra.

  • Correios

    ​Testes com os Correios em Campinas por 9 meses.

  • Frota de 14 Veículos Elétricos

    ​A CPFL finaliza o projeto iniciado em 2007 que tinha como objetivo  o entendimento da tecnologia - bateria, eletroposto e veículo - com 14 veículos.



    • 04 veículos Aris
    • 01 veículo elétrico Palio Weekend
    • 06 scooters elétricas
    • 03 veículos elétricos importados - Think City

     

  • Mudança de Estratégia

    Foi criado o projeto de Pesquisa e Desenvolvimento “PA0060 – Inserção Técnica e Comercial de Veículos Elétricos em Frotas Empresariais da Região Metropolitana de Campinas”, patrocinado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

    O objetivo é entender os impactos que essa tecnologia causa na rede de energia, no planejamento energético, bem como questões de infraestrutura de recarga e novos modelos de negócios.

     

  • Importação de Veículos Elétricos

    Foram importados os primeiros veículos 100% elétricos da marca Renault para o desenvolvimento do laboratório real.

  • Criação da marca Emotive

    Com o objetivo de criar personalidade e dimensão para o programa em todo o território brasileiro foi criada uma marca para o projeto.

  • Novas parcerias e novos veículos

    ​O projeto Emotive inicia o ano de 2016 com novas parcerias e novos veículos elétricos.


Vídeo Mobilidade CPFL





INFORMAÇÕES TÉCNICAS

 
 
 
 

Veículos Elétricos

Confira abaixo alguns modelos que estão atualmente em circulação no Brasil.


     

Tipos de plugs

I. Tipos de Carregamento

Existem basicamente três tipos de carregamento de veículos elétricos:

  • Lento: o tempo de carregamento é de 6 a 8 horas.

  • Aplicação recomendada: residências e empresas.

  • Semi-Rápido: o tempo de carregamento é entre 1 a 2 horas.

  • Aplicação recomendada: espaços públicos, vias públicas e semi-públicas, centros comerciais, shopping centers, estacionamentos, etc.

  • Rápido: o tempo de carregamento é de 30 minutos para atingir 80% de carga e 1 hora para 100% da carga.

  • Aplicação recomendada: rodovias, pontos de táxi e pontos públicos em geral.

 

II. Tipos de Plug


 



 


VANTAGENS

  • Economia

    • Poupe utilizando a eletricidade como combustível do seu carro.

    • Poupe ainda na manutenção devido à simplicidade do motor elétrico.

    • Operação 3x mais barata (o valor do km rodado de um carro à combustão é de ~ R$ 0,31, enquanto o custo no veículo elétrico é de R$ 0,11)*.

  • Zero Emissões

    • Conduzir um veículo elétrico é ser socialmente responsável e contribuir para um ambiente mais saudável.

    • Os veículos elétricos não têm emissões de CO2 e não fazem ruído, logo não poluem.

    • Os veículos elétricos tornam as nossas cidades mais agradáveis para viver.

*10% de perdas no processo de recarga - bateria de 22 kWh; preço do kWh na tarifa com impostos CPFL Paulista residencial (consumo acima de 200 kWh) - R$ 0,6669; Preço médio da gasolina em São Paulo em 2016 - R$ 3,764; Veículo a combustão com eficiência de 12 km/L.


 



 


 


FAQ

O que é um carro elétrico?

É uma modalidade de veículo cuja propulsão (total ou parcial) é feita por motores elétricos.

Qual a diferença para os híbridos?

Os veículos 100% elétricos, como os utilizados no projeto de Pesquisa e Desenvolvimento da CPFL Energia – Emotive, são aqueles que utilizam apenas motores elétricos para a propulsão. Já os veículos híbridos são veículos que combinam motores a combustão e elétricos para gerar a propulsão e podem ser classificados em duas subcategorias:

Híbridos Plug-in

Podem recarregar a bateria interna dos veículos a partir de estações de carga (Eletropostos – EPs) conectados diretamente à rede elétrica;

Híbridos Não Plug-in

Recarregam a bateria interna, que alimenta o motor elétrico, a partir do motor à combustão.

Como funciona?

De um modo geral, a bateria de tração é recarregada a partir de um recarregador de baterias conectado à rede elétrica. A bateria fornece energia ao motor elétrico, que propulsiona o veículo. Alguns modelos de veículos elétricos (VEs) também podem recarregar suas baterias de outras duas maneiras:

  1. Através de regeneração de energia nas desacelerações (transforma a energia cinética do veículo em energia elétrica);

  2. No momento da frenagem do veículo, quando a energia produzida nesse processo também é utilizada para recarregar as baterias.​

Onde posso adquirir um Veículo Elétrico?

Estão à venda diversos modelos de veículos elétricos, sendo que o tema de mobilidade elétrica já é uma aposta de muitas montadoras. Sugerimos a consulta diretamente com as montadoras de veículos para avaliação das características e confirmação da disponibilidade de venda no Brasil. ​

Quais as vantagens de um Veículo Elétrico?

Um veículo elétrico tem múltiplas vantagens, dentre elas:

  • Custos de utilização inferiores, nomeadamente custos com o combustível (150 km podem custar 3 vezes menos) e custos de manutenção devido à maior simplicidade e menor número de componentes de um motor elétrico (não há necessidade de lubrificação, já que o desgaste dos componentes internos não acontece);

  • Sem emissões de gases do efeito estufa (GEE);

  • Experiência de condução inovadora: maior potência, mais silencioso, mais conforto e mais eficiente;

  • Mais simples e conveniente, pois pode recarregar o veículo em casa, no trabalho ou no espaço público, em um eletroposto ou, em alguns casos particulares, em uma tomada elétrica convencional (porém, com determinada capacidade elétrica); ​

No Brasil, o tema de mobilidade elétrica começa a tomar corpo e alguns incentivos começam a ser implementados para a viabilização dessa tecnologia. Hoje, o principal incentivo federal existente é a isenção do Imposto de Importação, que antes incidia sobre o produto com a alíquota de 35% e, desde outubro/2015, foi desonerado e a alíquota é 0%.

Qual o custo por 150 km de um Veículo Elétrico?

A cada 150 km rodados com veículo elétrico terá um custo de R$ 16,50, enquanto que com veículo à combustão será de R$ 46,50. Operação 3 vezes mais barata (o valor do km rodado de um carro à combustão é de, aproximadamente,  R$ 0,31, enquanto o custo no veículo elétrico é de R$ 0,11)*.

Nota: *10% de perdas no processo de recarga - bateria de 22 kWh; preço do kWh na tarifa com impostos CPFL Paulista residencial (consumo acima de 200 kWh) - R$ 0,6669; Preço médio da gasolina em São Paulo em 2016 - R$ 3,764; Veículo a combustão com eficiência de 12 km/L.​

É verdade que o grande problema do veículo elétrico é a sua autonomia? Como a indústria tem tentado resolver isso?

​Esse sentimento compartilhado por quem não está habituado à tecnologia é conhecido como "range anxiety", que simboliza a ansiedade em função da autonomia.

Existe um mito comum com relação à autonomia dos veículos elétricos, que apesar de ser inferior a do veículo à combustão,  supera em pelo menos 2 vezes a necessidade média básica do brasileiro (60km/dia). Hoje os veículos 100% elétricos possuem autonomia entre 130 e 400 km (bateria totalmente carregada).

O comportamento de uso dos veículos elétricos é também diferente dos veículos à combustão, pois exige maior planejamento para uso e podemos dizer até que se assemelha mais com o comportamento de uso de celulares do que de veículos propriamente dito. Portanto, haverá mudanças no comportamento de uso e as pessoas deverão se adaptar com as novas condições. O positivo disso é que o ser humano tem facilidade em se adaptar, vide substituição do uso de telefone fixo por aparelhos celulares, máquinas de digitar por computadores, entre outras inovações.

A indústria automotiva trabalha não só no aumento da capacidade da bateria, como na melhoria constante da eficiência do veículo.

A CPFL, por outro lado, está se adiantando e criando uma infraestrutura de abastecimento pública e semi-pública na Região Metropolitana de Campinas, assim como um corredor intermunicipal ligando a cidade de Campinas à Capital – São Paulo, em parceria com a Rede Graal. Nosso objetivo com a implementação dessa infraestrutura de recarregamento, além de oferecer segurança aos usuários de veículos elétricos, é avaliar o perfil de uso, os impactos na rede de distribuição de energia elétrica, os impactos para o consumo e os impactos ambientais (como emissões de CO2).

A bateria vicia como acontecia com os notebooks e celulares?

As baterias dos veículos elétricos são da tecnologia de lítio-íon e não estão sujeitas ao fenômeno de vício de bateria (ou efeito memória), como é popularmente conhecido. Este fenômeno está associado à tecnologia de níquel-cádmio utilizada antigamente em notebooks e celulares – os quais atualmente também utilizam a tecnologia de lítio-íon.

Posso levar choque elétrico no uso de Veículos Elétricos? Que segurança tenho sobre estes veículos?

​Os veículos elétricos devem respeitar os mesmos níveis de segurança que qualquer outro veículo e cumprem várias normas internacionais específicas para esta forma de motorização relativamente à segurança e à utilização de eletricidade, sendo totalmente seguros. A infraestrutura de recarga do VE é também protegida na ligação à instalação elétrica, por mecanismos de segurança que protegem as pessoas e a instalação de eventuais riscos elétricos. Esta proteção, realizada de acordo com as normas internacionais, é em tudo semelhante à existente em qualquer casa.

Como recarregar o Veículo Elétrico e qual a duração do recarregamento?

O veiculo elétrico pode ser recarregado em diversos locais, dependendo do modelo. Pode ser recarregado em casa, em qualquer tomada, ou através de um eletroposto desenvolvido especificamente para o abastecimento de veículos elétricos. Pode ainda ser recarregado na sua empresa ou em espaços públicos, como parques de estacionamento públicos ou shopping centres, postos de gasolinas, entre outros, onde existam estes eletropostos.

A duração da recarga completa de um VE é variável de acordo com a infraestruutra de recarga e do veículo elétrico que se está utilizando. A recarga numa tomada elétrica doméstica é mais lenta, demorando entre 8 e 12 horas para a maioria dos VE existentes. Num eletroposto instalado, por exemplo, em casa ou no local de trabalho demora entre 4 e 8 horas, dependendo das características da rede elétrica do local (por exemplo, alimentação monofásica ou trifásica). Na via pública e em eletropostos de recarga rápida, uma recarga de 80% pode demorar cerca de 30 minutos. Existe ainda a recarga semi-rápida, que leva de 1 a 2 horas, geralmente aplicada em shopping centers e supermercados.

Como se recarrega a bateria?

​A recarga pode ser realizada em casa diretamente na tomada ou em estações de carga, conhecidas como eletropostos, a depender das características do veículo elétrico utilizado e da instalação elétrica do local.

Para os recarregamentos em eletropostos, há diferentes tipos de "tomadas"(plugues), sendo os tipos mais comuns:

  1. Corrente alternada (CA) – SAE J1772 (Tipo 1) e Mennekes (Tipo 2);

  2. Corrente contínua (CC) – CHAdeMO e Combo (CCS)​ também Tipo 1 e Tipo 2.

Existem ainda recarregadores portáteis compatíveis com o padrão de tomadas brasileiro, porém somente podem ser conectados em tomadas devidamente dimensionadas para o nível de potência exigido.

Além disso, em função de características construtivas, alguns veículos exigem configuração de rede específica.

Também, conforme informado anteriormente, o tempo de recarga depende da potência do recarregador e do estado de carga da bateria, sendo que uma recarga de 100% pode levar desde 8 horas(com um recarregador residencial) até 30minutos (em posto de recarga rápido).

Quanto ao custo com a recarga, dependerá da capacidade de armazenamento da bateria e do seu estado de carga (quantidade de energia, também conhecido como SoC – Stateof Charge) e da tarifa de energia elétrica cobrada pela distribuidora local.

A frequência dos recarregamentos dependerá da utilização do veículo.

  • O consumo da bateria se dá pela movimentação do veículo e utilização de equipamentos de conforto (ar condicionado e aquecimento);

  • Após 01 mês sem uso, um veículo elétrico com a bateria de lítio-íon também poderá perder um pouco de sua carga – esse valor pode chegar a, aproximadamente, 10% de perda;

  • Prevemos uma recarga diária em EPs residenciais, o que dará mais confiança ao utilizador, em função da infraestrutura de recarga ser ainda incipiente.

Os modos de recarga e tipos de plugues serão referenciados mais adiante nas perguntas 13 e 14.

É necessário adquirir um eletroposto antes de comprar um veículo elétrico?

​Dependerá do modelo de veículo elétrico adquirido. Alguns fabricantes fornecem com o veículo elétrico um cabo que pode ser utilizado diretamente na tomada da residência, entretanto, normalmente, algumas adequações físicas são necessárias na instalação elétrica. Entretanto, o mais comum é a utilização de um eletroposto, que permitirá maior rapidez de recarga e segurança, sendo a opção de recarregamento mais sugerida pelos fabricantes de automóveis.

Como recarregar um veículo elétrico em um eletroposto público?

​Para recarregar um VE em um eletroposto público é necessário o cadastramento do usuário e veículo com o operador da infraestrutura, que disponibilizará um cartão que o identifica como cliente. Entretanto, no Brasil, a legislação que regula esse tipo de operação ainda está em desenvolvimento, motivo pelo qual a infraestrutura existente ainda não necessita desse cadastramento prévio. Este cadastro, além de permitir a identificação do veículo e efetuar o pagamento (caso exista), acionará o eletroposto e dará início ao processo de recarga, bem como à sua conclusão e, ao final, informará a energia (KWh) recarregada na bateria do veículo.

O projeto da CPFL Energia Emotive possui uma rede de infraestrutura de recarga e para ter acesso é necessário realizar o cadastro gratuito. Faça o seu!​

Como garanto que enquanto o veículo elétrico está recarregando em um eletroposto, ninguém retirará o cabo de recarga?

​Os eletropostos possuem um sistema de bloqueio do cabo que não permite que este seja removido enquanto o VE está em processo de recarga. Da mesma forma, o cabo na extremidade do carro também não permite que seja retirado. Caso haja algum corte no processo de recarga, o sistema de segurança da infraestrutura de recarga e veículo cortam automaticamente a electricidade.

Quais as normas internacionais para a recarga de veículos elétricos?

​As normas internacionais definem quatro tipos de modos de recarga possíveis. O modo 3 é um sistema dedicado para recarga de VEs e é o recomendado pelos fabricante de automóveis para a recarga em casa ou empresas, sendo por isso o modo presente em eletropostos.

Modo 1: opção mais simples e com menor segurança. Ocorre quando um VE recarrega numa tomada doméstica normal ou tomada industrial com ligação de terra adequada. Pode ter um sistema de proteção das pessoas contrachoques elétricos, via um Disjuntor Diferencial Residual (DDR).

Modo 2: é o modo de recarga em que um VE é desenhado para recarregamento com modo 3, mas ligado numa tomada normal ou tomada industrial com ligação de terra adequada e protegida contra choque elétrico (utilizando DDR). Para tal, a marca do automóvel disponibiliza um cabo especial com um controlador incorporado que só permite a operação de recarga quando estão reunidas todas as condições de segurança.

Modo 3: é o modo de recarga presente nos VEs recentes e nos eletropostos. Neste modo de recarga o veículo é ligado ao eletroposto através de um cabo apropriado que lhe permite otimizar as condições de recarga e prevenir eventuais problemas ou picos de consumo na instalação elétrica. Uma recarga em modo 3 é mais rápida que nos modos 1 e 2. Nos modos 1 a 3 o recarregador da bateria está dentro do veículo e a rapidez de recarga depende da sua potência.

Modo 4: é um modo de recarga tipicamente em corrente contínua que permite tempos de recarga muito curtos, cerca de 30 minutos. Como o equipamento de recarga está fora do veículo é possível disponibilizar uma potência muito superior à que os carregadores internos dos veículos tipicamente permitem, conseguindo-se os menores tempos de recarga. Por essa razão estes equipamentos têm normalmente grandes dimensões e um cabo de conexão aos veículos que está permanentemente preso ao eletroposto, tal como acontece nos postos de gasolina.

Qual a diferença das várias “tomadas” (plugs) de recarga existentes no mercado?

Para o modo 3 de recarga foram desenvolvidos 2 tipos de sistemas de "tomada" (plugue) com características diferentes, mas com características de segurança similares e que apenas dependem da escolha do fabricante automóvel:

Tipo 1 ou "Yakazi": é uma "tomada" (plugue) monofásica de 5 pinos utilizada sobretudo em veículos de fabricação asiática e americana, designadamente Nissan Leaf, Mitsubishi i-MiEV, Citroen C-Zero e Peugeuot iOn.

Tipo 2 ou "Mennekes": é uma "tomada" (plugue) de 7 pinos, que permite a recarga desde monofásico a trifásico, que foi a definida para utilização na Europa, sendo utilizada por exemplo nos veículos Smart ED, Renault (Kangoo, Fluence e Zoe) e BMW i3.

​Entenda mais sobre os tipos de plug.​

O tempo de vida útil das baterias é influenciado em recargas prolongadas ou muito frequentes (mesmo sem estar completamente descarregada)?

As baterias dos VEs atuais, tecnologia de lítio-íon, têm um princípio de funcionamento que difere bastante das baterias anteriores que apresentavam o chamado "efeito memória". Elas podem ser recarregadas mesmo parcialmente, em qualquer estado de carga, sem que tal implique a degradação prematura de suas qualidades. Entretanto, os fabricantes informam que a vida util das baterias dos veículos elétricos é de, aproximadamente, 10 anos, quando sua capacidade de armazenamento reduz para 70%. Nesse momento, é hora de substituí-la.

Para outras dúvidas, entre em contato com a equipe do projeto: emotive@cpfl.com.br


Tem​ alguma outra dúvida? Entre em contato por e-mail: emotive@cpfl.com.br


 

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