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Programação no Instituto CPFL tem sessão gratuita do documentário “Elena”, debate sobre cuidados paliativos e apresentação do grupo Palindrum

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Assessoria de Imprensa   16/10/2016


Campinas, 17 de outubro de 2016A exibição do premiado filme “Elena”, de Petra Costa, abre a programação da semana no Instituto CPFL, em Campinas, na próxima quinta-feira, 20/10, às 19h. O documentário conta a história da busca da diretora pela irmã mais velha que viaja a Nova York para, a exemplo da mãe, se tornar atriz de cinema. 

É a reconstituição de uma série de destinos interrompidos violentamente por eventos históricos, como a ditadura. Nessa busca, por meio de filmes caseiros, recortes de jornal, diários, cartas, conversa com amigos e trajetos refeitos, os traços das duas irmãs se confundem, e já não se sabe quem é uma e quem é a outra. (assista aqui ao trailer: https://www.youtube.com/watch?v=yc0T-pPwrTk)

A entrada é gratuita. 

O filme encerra a série de outubro do Cine CPFL, que exibiu documentários de jovens diretores brasileiros. 

Na semana seguinte serão exibidos 10 filmes da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que terá sessões simultâneas na Sala Umuarama, no Instituto CPFL.

Na sexta-feira, 21/10, às 19h, a médica geriatra e doutora em bioética pela Universidade do Porto Claudia Burlá fala sobre “Cuidados paliativos: ciência e proteção ao fim da vida” no terceiro encontro da série de outubro do Café Filosófico CPFL, que tem como tema “A finitude face a revolução da longevidade”.  A curadoria é do médico Alexandre Kalache.

Segundo Burlá, cuidados paliativos são uma modalidade de intervenção indicada para pessoas com doença prolongada, incurável e progressiva, a fim de prevenir e aliviar o sofrimento e lhes proporcionar qualidade de vida, incluindo seus familiares. Centram-se na valorização da pessoa doente e buscam o alívio dos sintomas que a afligem. A abrangência da sua prática, afirma, alcançando familiares e profissionais envolvidos, aciona um novo paradigma para cuidados ao fim da vida. “Em nome da ética e da ciência, da dignidade e do bem-estar de cada ser humano é preciso tornar os cuidados paliativos uma realidade cada vez mais presente”, diz a palestrante.

O encontro tem entrada gratuita e transmissão online no site http://www.institutocpfl.org.br/cultura/aovivo

No dia seguinte, sábado, 22/10, às 20h, o grupo Palindrum lança duas músicas inéditas no programa Música Contemporânea do Instituto CPFL: Saturno e Jabuticaba Digital. Esta última, composta especialmente para esse espetáculo, é a mais experimental do grupo. Minimalista em sua essência rítmica, a música apresenta complexas sequências de compassos que variam entre 5 e 6 tempos, e leva o ouvinte a desorientar-se quanto a identificação dos primeiros tempos ou tempos fortes, gerando, assim, um efeito quase acronológico. Além dos músicos, a composição também conta com uma cantora que interpreta um poema concreto composto a partir das sílabas da palavra Jabuticaba, resultando numa letra que transpira um caráter indígena brasileiro. (conheça o trabalho do grupo neste link: https://www.youtube.com/channel/UCSfTOHOX6bk9dx5InM_AKrA)

Já a música Saturno – também inédita - foi inspirada nos significados que o planeta tem para a astrologia: medo, sabedoria, restrição, tempo. Saturno é Chronos, o deus do tempo. Esta é uma das composições mais complexas em relação à execução para os músicos, com ritmo intenso e um tema “cinematográfico” que abusa de dissonâncias, polirritmias, hemíolas e ruídos.
 
O espetáculo traz para o público um repertório instrumental contemporâneo que tem como elemento central das composições um instrumento praticamente desconhecido no Brasil – o hang drum. A entrada é gratuita.

No domingo, 23/10, às 22h, a TV Cultura leva ao ar o Café Filosófico CPFL inédito “Pode rir?”, com Marcelo Tas. No programa, o jornalista e apresentador questiona que tipo de atitude é capaz de fazer a pessoa rir de si mesma.

O humor, segundo ele, é uma maneira possível de encarar a gravidade de certas questões da nossa sociedade, talvez um bom recurso quando a realidade parece ficção; ele nos alivia quando a vida se torna séria demais e pode ser uma lente poderosa capaz de revelar as verdades mais escondidas, aquelas que estavam embaixo do tapete.

Mais informações em http://www.institutocpfl.org.br/cultura

Tags:
    Instituto CPFL; cultura; CPFL Energia; cinema; Mostra Internacional de Cinema em São Paulo; Café Filosófico