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Colisões contra postes já deixaram mais de 14 mil sem energia em Jundiaí esse ano

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Assessoria de imprensa   09/04/2015

Em 2014, foram 424 acidentes, afetando mais de 58 mil clientes, com um tempo médio de interrupção de 94 horas​

As colisões contra postes da rede de distribuição de energia elétrica têm causado transtornos para muitos clientes. São quase mil abalroamentos por veículos nos últimos dois anos em Jundiaí, sendo que os acidentes de trânsito são responsáveis pela maioria das quebras de postes da CPFL Piratininga. É um dado importante levando-se em consideração que cerca de 2/3 do tempo em que o cliente fica sem energia corresponde a interrupções emergenciais, provocadas por fatores externos alheios ao sistema elétrico como colisões de veículos contra postes, temporais (com quedas de árvores), e objetos que atingem a rede – pipas, balões e galhos de árvores, por exemplo. Queimadas e furtos de cabos são outros fatores que podem provocar tais desligamentos.

Na cidade de Jundiaí, em 2013 aconteceram 439 acidentes que deixaram 33.663 clientes sem energia. No ano de 2014 ocorreram 424 colisões devidas às quais 58.446 clientes ficaram interrompidos, numa média de 94 horas de desligamento. Esse tempo leva em conta o trabalho das equipes para substituição do poste e reconstituição da rede elétrica, que também é destruída no acidente. Outro problema é que em muitos casos a liberação do local depende da ação da polícia e dos bombeiros, o que acaba retardando o trabalho das equipes da distribuidora. Até o mês de março desse ano ocorreram 95 acidentes com 14.300 clientes interrompidos.

O custo médio para restaurar o funcionamento da rede elétrica a cada poste abalroado gira em torno de R$ 2 mil. Esse cálculo leva em conta a reposição do material danificado, o deslocamento e a mão-de-obra necessária para os reparos além dos equipamentos instalados nos postes. Por exemplo, uma estrutura com iluminação pública simples tem menor valor que uma que possua um transformador de energia. Na conta, entram também os valores cobrados por outras empresas, que compartilham a estrutura, para reposição de seus equipamentos.

Quando ocorre um acidente, os custos dos danos causados ao patrimônio da empresa, com equipamentos e postes danificados, recaem sobre o culpado legal pelo acidente, quando identificado. Caso o pagamento não seja feito, a distribuidora busca os meio legais para assegurar que o dano seja ressarcido. Além dos danos materiais, uma colisão contra um poste pode ocasionar consequências graves ao condutor, acompanhantes e pessoas que passam pelo local. O maior risco é o de contato com a rede elétrica de alta voltagem, além de interrupções no fornecimento de energia na região, até que as equipes técnicas da CPFL Paulista tenham ciência da ocorrência e executem os reparos necessários.

A CPFL Piratininga possui um programa estruturado de manutenção que prevê constantes inspeções em postes de sua responsabilidade. Qualquer troca é realizada quando o poste oferece risco à população ou ao sistema elétrico. Sempre que detectado qualquer problema dessa natureza, equipes técnicas são enviadas para adotar as medidas necessárias. Mas é impossível prever quando um acidente irá ocorrer. As colisões podem incidir com igual intensão sobre postes de concreto ou de madeira. O fato de um poste ser de madeira não apresenta risco maior ou menor em relação ao de concreto. O poste de madeira possui vida útil média semelhante ao poste de concreto e melhor isolação da rede. Outra vantagem é que possui melhor absorção de impacto em casos de acidentes mecânicos. Porém, em respeito ao meio ambiente, a empresa não utiliza mais postes feitos desse material.

Concessionária responsável pela distribuição de energia elétrica em 27 cidades do Estado de São Paulo e Baixada Santista, a CPFL Piratininga possui excelentes índices que demonstram qualidade no fornecimento de energia na cidade de Jundiaí. O DEC, índice que representa a média do tempo que o cliente de Jundiaí, medido até dezembro de 2014, ficou em 5,40 horas/ano. Já o FEC, índice que mede a frequência de interrupções no fornecimento, em média, por cliente da cidade foi de 3 vezes para o mesmo período. A média brasileira para 2014 foi de: DEC 17,61 horas/ano e FEC 10 vezes/ano.​

Para melhorar a qualidade dos serviços, a CPFL Piratininga realiza investimentos e ações preventivas durante o ano todo, para tornar seu sistema mais confiável e robusto. Desde 2012, a região de Jundiaí recebeu mais de R$ 12 milhões, direcionados para a execução de melhorias modernização de redes de distribuição. Nesse sentido a empresa instalou, em 2013, 45 chaves telecomandadas, além das 160 já existentes. Em 2014 foram investidos mais R$ 15 milhões em melhorias incluindo a instalação de mais 78 chaves telecomandadas. Essas chaves telecomandadas possibilitam a realização de manobras à distância, reduzindo o tempo do desligamento e o número de clientes afetados.

 

Contato com a empresa também é feito pelo celular ou pela internet

O acesso do cliente da CPFL Piratininga é facilitado pelo serviço gratuito de atendimento, por mensagens via celular, smartphone e também e-mail. No caso de desligamento, o aviso via celular é simples. O cliente precisa digitar o seu código de cliente – que consta na conta de energia elétrica – e enviar para o número 27304. A central identifica se há falta de energia no imóvel e responde com a previsão para o restabelecimento. Se o cliente solicitar o cadastramento de seu celular, ele recebe o comunicado automaticamente sempre que houver um desligamento.

 

 Canais de atendimento ao cliente CPFL Piratininga:

  • Web mobile: www.cpfl.com.br (acesso via smartphone)
  • Site: www.cpfl.com.br
  • SMS: enviar para 27304 (em casos de falta de energia, o cliente envia seu código de consumidor para este número e recebe também via SMS a previsão de restabelecimento)
  • E-mail: piratininga@cpfl.com.br
  • Contact Center: 0800 0 10 25 70 (ligação gratuita)
  • Agências de atendimento presencial
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    segurança