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Horário de Verão começa no dia 18 de outubro

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Assessoria de imprensa   13/10/2015

Distribuidoras da CPFL Energia estima uma redução de consumo de energia elétrica nas 570 cidades de sua área de atuação

Os dias devem ficar "mais longos" a partir da penúltima semana de outubro, quando se inicia o Horário de Verão no Brasil. A partir da zero hora do dia 18 de outubro de 2015, os relógios devem ser adiantados em uma hora em onze estados nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no Distrito Federal (Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Distrito Federal). A 45ª edição do Horário de Verão terá duração de 126 dias, com o término à meia-noite do dia 20 de fevereiro de 2016.

O principal objetivo da medida é melhorar o aproveitamento da luz natural. Com os dias mais longos, é possível reduzir o consumo de energia elétrica e diminuir a demanda no horário de pico do consumo, das 18 às 21 horas. Na média, as pessoas chegam em casa a partir das 18 horas, início da noite. Logo, uma das primeiras ações é acender a luz. Na mesma hora, entram em operação a iluminação pública e os luminosos comerciais, por exemplo. No período do horário de verão, as cargas das residências e de iluminação pública passam a operar após as 19 horas, quando o consumo industrial começa a cair.

Ao se deslocar o horário oficial em uma hora, dilui-se por um período maior o momento de entrada em funcionamento desses equipamentos. Dessa forma, o ganho, além da economia, está em afastar os riscos de sobrecarga no sistema elétrico no momento que o sistema atinge o seu pico de carga coincidente. Recentemente, o pico tem sido registrado no início da tarde, principalmente por causa do forte calor, que tem gerado um aumento no uso de aparelhos de ar condicionado.

Economia prevista nas distribuidoras do Grupo CPFL Energia

A CPFL Paulista estima uma redução da ordem de 0,5% no consumo de energia elétrica nas 234 cidades de sua área de atuação. Essa economia de consumo alcançará 66.457 MWh, volume suficiente para atender uma cidade do porte de Campinas, com 1,1 milhão de habitantes, durante 7 dias. Ou, Bauru por 27 dias, Ribeirão Preto por 14 dias, São José do Rio Preto por 22 dias. No período de pico, há expectativa de uma redução de 3,4% na demanda de energia.

Na CPFL Piratininga, distribuidora que atende a 27 municípios no interior de São Paulo e na Baixada Santista, a economia estimada também é de 0,5% no consumo de energia elétrica. Essa economia de consumo alcançará 30.263 MWh, volume suficiente para atender uma cidade do porte de Sorocaba durante 5 dias, ou Santos por 8 dias. No período de pico, espera-se de uma redução de 2,3 % na demanda de energia.

Já a RGE estima uma redução da ordem de 0,33% no consumo de energia elétrica nas 262 cidades de abrangência no Rio Grande do Sul. Essa economia de consumo alcançará 13.137 MWh, volume suficiente para atender uma cidade do porte de Caxias do Sul por 3 dias ou de Passo Fundo por 9 dias. No período de pico, há expectativa de uma redução de 3,27% na demanda de energia.

Na CPFL Santa Cruz a redução deve ser de 1,5% no consumo de energia elétrica nas 27 cidades de sua área de atuação (24 no Estado de São Paulo e 03 no Estado do Paraná). Essa economia de consumo alcançará 6.692 MWh, volume suficiente para atender uma cidade do porte de Piraju por 50 dias. Ou, Ourinhos por 12 dias, Avaré por 12 dias. No período de pico, há expectativa de uma redução de 5,6% na demanda de energia.

Na região da CPFL Sul Paulista a economia prevista deve girar em torno de 1,0% no consumo de energia elétrica nas 5 cidades de sua área de atuação. Essa economia de consumo alcançará 2.491 MWh, volume suficiente para atender uma cidade do porte de São Miguel Arcanjo por 22 dias. No período de pico, há expectativa de uma redução de 1,9% na demanda de energia.

As 4 cidades atendidas pela CPFL Mococa devem registrar economia na ordem de 2,2% no consumo de energia elétrica. Essa economia de consumo alcançará 1.922 MWh, volume suficiente para atender uma cidade como Arceburgo por 23 dias. No período de pico, há expectativa de uma redução de 3,2 % na demanda de energia.

Na CPFL Leste Paulista a redução do consumo de energia elétrica deve chegar a 2,6 % no consumo de energia elétrica nas 7 cidades de sua área de atuação. Essa economia de consumo alcançará 3.291 MWh, volume suficiente para atender uma cidade como Casa Branca por 12 dias. No período de pico, há expectativa de uma redução de 4,9 % na demanda de energia.

E, na CPFL Jaguari a estimativa de economia é de 0,6% no consumo de energia elétrica nas duas cidades atendidas pela distribuidora. Essa economia de consumo alcançará 1.161 MWh, volume suficiente para atender uma cidade como Pedreira por 2 dias. No período de pico, há expectativa de uma redução de 2,6 % na demanda de energia.

 
Histórico no Brasil
A medida foi adotada pela primeira vez no Brasil em 1931, mas de forma consecutiva, o horário de verão acontece há 28 anos. Esta é 45ª edição do horário de verão no Brasil. Os estados que adotam a medida são: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

Em 8 de dezembro de 2008, foi assinado pelo então presidente Luis Inácio Lula da Silva o decreto de número 6.558, que estabelece os padrões para as futuras horas de verão em parte do território nacional. Segundo o artigo primeiro do decreto 6.558, fica instituído que a hora de verão de todos os anos tem início a partir de zero hora do terceiro domingo do mês de outubro, até a zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano seguinte.

Adiantando-se 60 minutos em relação à hora legal. No ano que houver coincidência entre o domingo previsto para o término do horário de verão e o domingo de carnaval, o encerramento se dará no domingo seguinte.

Atualmente, vários países fazem mudança no horário convencional para aproveitar a luminosidade do verão. Entre eles estão os países membros da União Europeia, a maioria dos países que formavam a antiga União Soviética, a maioria do Oriente Médio (Irã, Iraque, Síria, Líbano, Israel, Palestina), parte da Oceania (Austrália, em parte do seu território, e Nova Zelândia), a América do Norte (Canadá, Estados Unidos e México), alguns da América Central (Cuba, Honduras, Guatemala, Haiti e Bahamas) e da América do Sul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile).

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    horário de verão