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Economia de energia com qualidade de vida

Escrito por:

CPFL Imprensa   21/10/2013

​O Horário de Verão termina a meia noite de sábado, dia 16 de fevereiro. Muitas pessoas já se acostumaram com a medida que vem sendo adotada ininterruptamente desde 1985. Este horário especial está mais do que incorporada à cultura da população das regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e do Distrito Federal.

O Horário de Verão foi instituído pela primeira vez no Brasil em 1931, foi reeditado por mais dois anos, ficando sem utilização até o ano de 1949. A partir daí, mais quatro edições foram lançadas. Na década de 60, vigorou por cinco anos subsequentes – de 1963 a 1968. A sociedade brasileira passou a conviver rotineiramente com o horário especial a partir de 1985. Estamos encerrando a 42a edição da medida, que durou exatos 119 dias.

Com alguns casos de descontentamentos, a adoção do horário especial durante o verão atende à necessidade conjuntural de oferta de energia elétrica e também à expectativa da população que já se conscientizou que é uma boa oportunidade para investir na melhoria da qualidade de vida. Com os dias mais longos, a luz natural pode ser mais bem aproveitada para atividades físicas ao ar livre e lazer.

O Horário de Verão tem como objetivo principal a redução da demanda máxima do Sistema Interligado Nacional no período de ponta. Isso é possível, pelo fato da parcela de carga referente à iluminação, normalmente acionada por volta das 18h, ser utilizada mais tarde, motivada pelo adiantamento do horário brasileiro em 1 hora. Também há um deslocamento nos horários em que o consumidor faz uso da energia elétrica, pela mudança de hábitos na população.

Muitas pessoas, ao terminar a jornada de trabalho ainda com a luz do dia, optam por realizar atividades ao ar livre e evitam que os eletrodomésticos ou as luzes sejam ligados no início do horário de pico em suas residências. Utilizando a energia nas residências um pouco mais tarde, após as 18h, a coincidência de horário entre o aumento do consumo nas residências e a demanda do consumo nas indústrias e no comércio é evitada.

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam não há risco de faltar energia. O que ocorre nesse período de calor e férias é um aumento do consumo de energia elétrica acima da média, se comparada com o restante do ano, nos horários de pico. A quantidade de energia demandada, então, fica próxima à oferta do sistema nestes horários, o que com que todo o setor elétrico preciso trabalhar mais intensamente para atender ao mercado. O Horário de Verão é uma das tentativas de reduzir essa curva e tratar, preventivamente, dos efeitos deste risco.

Adotado em mais de 30 países, o Horário de Verão já é uma medida incorporada por grande parte da população, consciente de que, com a alteração de hábitos cotidianos, pode alcançar resultados importantes para toda a sociedade. O fim de mais um período do Horário de Verão deixa a lição de que com um pouco de esforço individual é possível trazer benefícios para todos.

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