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CPFL Soluções: migração de indústrias e comércios do Amazonas para o mercado livre de energia cresce 18%

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Assessoria de Imprensa   07/01/2019

De agosto de 2017 a agosto de 2018, 24 comércios e indústrias migraram para o mercado livre no Estado; modalidade permite economia de até 20% na conta de luz​

Manaus, 08 de janeiro de 2019 – Com o aumento crescente do custo da energia elétrica, cada vez mais indústrias e grandes comércios no Estado do Amazonas têm optado por migrar para o Mercado Livre de Energia, regime de compra e venda de energia elétrica por meio de contratos livremente negociados entre compradores e vendedores. De acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), 24 unidades consumidoras haviam migrado para o mercado livre no Estado até agosto de 2018, alcançando 156 clientes. Isso representa um crescimento de 18% em relação ao mesmo mês de 2017, quando havia 132 consumidores na modalidade.

Com o aumento acumulado de 126,97% das tarifas locais desde 2015, os consumidores do Amazonas identificaram no mercado livre uma alternativa para diminuir a conta de luz e enfrentar o cenário mais adverso da economia. Por meio da migração, as empresas são beneficiadas com a redução de custos e a previsibilidade da conta, além de terem a possibilidade de comprar energia de fontes renováveis, como eólica, biomassa e solar. A economia pode variar entre 15% a 20% em relação ao valor pago no mercado cativo.

Os números da CCEE mostram a forte evolução do mercado livre no Estado, que teve início a partir de 2015. Para efeito de comparação, havia apenas 6 unidades consumidoras neste ambiente de contratação de energia em agosto de 2016. Em agosto de 2017, esse número havia crescido para 132. E, em agosto de 2018, chegando a 156 estabelecimentos comerciais, empresas de serviços e indústrias. 

Migração liderada por indústrias e comércio

No Amazonas, a migração de consumidores para o mercado livre de energia tem sido impulsionada pelas indústrias de manufaturados e pelo comércio. Dados da CCEE mostram que o número de clientes de setores manufatureiros teve crescimento de 15% entre agosto de 2017 e igual mês de 2018, alcançando 45 unidades consumidoras e uma participação de 29% em relação ao número total. Por sua vez, o segmento comercial registrou uma expansão de 12% no número de unidades consumidores, somando 46 no total e representando também uma participação 29% do total de clientes.

Por outro lado, o setor que mais cresceu em relação aos demais neste período foi o automotivo, que representa 8% do mercado. Em agosto de 2017, a indústria de veículos contava com apenas oito unidades consumidoras na modalidade. Já em agosto do ano seguinte, o número saltou para 12 unidades, representando uma expansão de 50%.

"A economia do Amazonas, por sua base industrial e por ter uma capital de grande porte, é muito forte, com elevado consumo de energia. O Estado reúne empresas de relevância nacional em termos de produção. Essas empresas podem ser beneficiadas por estarem no mercado livre, uma vez que ficam livres das altas e voláteis tarifas da distribuidora local e podem ter maior controle de gastos ao saber exatamente o valor que será pago pela energia durante o tempo de contrato firmado", afirma o head de Comercialização de Energia da CPFL Soluções, Ricardo Motoyama de Almeida.

CPFL Soluções no Amazonas

A CPFL Soluções atende o mercado livre no Amazonas há 5 anos com equipe local. Ao final do último mês de agosto, a carteira de clientes era composta por 38 unidades consumidoras, com fatia de 24,4% no mercado livre de energia no Estado. A companhia possui contratos de venda de energia com empresas do setor de têxtil, alimentação, educação, eletrônico, automobilístico, comércio atacadista e indústrias. 

Além de aproveitar as oportunidades de crescimento no mercado livre na região, a CPFL Soluções também conta com profissionais voltados para oferecer soluções energéticas customizadas para os clientes como, por exemplo, serviços de eficiência energética, geração distribuída e infraestrutura em energia.

Entenda o mercado livre

O setor elétrico brasileiro é composto por dois ambientes de contratação distintos: o mercado cativo, no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras de energia, tais como a Amazonas Energia (AM), e o mercado livre, no qual os consumidores com demanda igual ou superior 500 kW negociam livremente as condições comerciais do seu contrato de energia, como preço, índice de reajuste e prazo. ​

No mercado livre, o consumidor tem dois tipos de contrato: o de energia, no qual firma diretamente com comercializadoras e geradores negociando livremente as condições comerciais, e o relativo ao uso da rede elétrica, pago às distribuidoras, cuja tarifa é regulada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Atualmente, o mercado livre representa 30% da energia consumida no Brasil e nele está as grandes indústrias e estabelecimentos comerciais do país. 

Tags:
    Mercado Livre de Energia; Amazonas; CPFL Soluções;