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CPFL Renováveis aumenta Ebitda em 41% no primeiro trimestre do ano, para R$ 236,5 milhões

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Assessoria de Imprensa   10/05/2017

Campinas, 11 de março de 2017 - A CPFL Energias Renováveis S.A. (CPRE3), maior geradora de energia do Brasil a partir de fontes alternativas, encerrou o primeiro trimestre de 2017 com alta de 41% no Ebitda frente a igual período de 2016, passando de R$ 167,7 milhões para R$ 236,5 milhões, e margem de 63,8%. A receita líquida foi de R$ 370,9 milhões, crescimento de 33,1% em relação ao 1T16.

O resultado foi impactado positivamente principalmente pela adição de novas capacidades 
(+255 MW), pelo maior volume de energia gerada nos parques eólicos e nas biomassas e também pela estratégia de sazonalização da garantia física do portfólio. 

A geração de energia nesse trimestre foi de 1.289,6 GWh, elevação de 11,2% em relação ao 1T16, refletindo a adição de novas capacidades ocorridas durante o ano de 2016: PCH Mata Velha (+ 24,0 MW) e dos complexos eólicos Campo dos Ventos e São Benedito (+ 231,0 MW). Também contribuíram para o aumento da geração a maior velocidade de dos ventos nos estados do Ceará e Rio Grande do Norte e a antecipação da safra de cana-de-açúcar e de operação em três usinas de biomassa. No 1T17, a capacidade totalizou 2.054,3 MW, alta de 14,2% em relação ao 1T16. 

No 1T17, a companhia reduziu em 48,4% o prejuízo líquido, alcançando R$ 54,7 milhões ante 
R$ 105,9 milhões no 1T16. Essa variação se deve principalmente à maior receita e à ligeira melhora na despesa financeira líquida, registradas no período. A CPFL Renováveis fechou o período com situação de liquidez adequada ao seu perfil: R$ 1,4 bilhão.

No 1T17, A CPFL Renováveis investiu R$ 284,8 milhões, principalmente, nas obras do complexo eólico Pedra Cheirosa (48,3 MW), em Itarema (CE), e da PCH Boa Vista 2 (26,5 MW), em Varginha (MG), que teve as obras iniciadas em fevereiro deste ano. Ambos os projetos dentro do orçamento e do prazo conforme demonstrado abaixo. O valor investido é 30,1% superior ao do mesmo período do ano passado. Os investimentos previstos para os próximos cinco anos somam R$ 953,5 bilhões.

“O período foi marcado por forte desempenho operacional que trouxe reflexos positivos aos nossos principais indicadores financeiros com aumento da receita e Ebitda e redução do prejuízo. Com foco em eficiência operacional conseguimos manter uma situação de liquidez sólida e um perfil de endividamento adequado ao nosso negócio”, afirma Gustavo Sousa, Diretor-presidente da CPFL Renováveis.

Vale destacar ainda que, no 1T17, a companhia obteve certificação pelo critério de Energia Eólica no conselho de Normas da Climate Bonds Standard Board para emissão de Green Bonds no valor de R$ 200 milhões. Com a conquista, a CPFL Renováveis tornou-se a primeira empresa da América do Sul a emitir debêntures com certificação internacional dessa natureza, além de ser a primeira do setor a emitir um título certificado.​

Tags:
    CPFL Renováveis; CPFL Energia; resultados; primeiro trimestre de 2017; financeiro; eólicas; biomassa; energias renováveis