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CPFL Piratininga investe R$ 82,5 milhões na rede elétrica no primeiro semestre de 2015

Escrito por:

Assessoria de Imprensa   20/09/2015


Campinas, 21 de setembro de 2015 – A CPFL Piratininga, distribuidora da CPFL Energia que atende a 1,6 milhão de clientes em 27 municípios no interior e no litoral de São Paulo, investiu R$ 82,5 milhões na rede elétrica de sua área de concessão no primeiro semestre de 2015. Os recursos foram destinados para a ampliação, o reforço e a manutenção do sistema elétrico. O valor é 8,7% superior aos R$ 75,9 milhões aportados pela companhia em igual período de 2014.

Nesse período, as cidades que mais receberam investimentos da empresa foram: Jundiaí, cujo aporte somou R$ 15,56 milhões; Sorocaba (R$ 12,7 milhões); São Vicente (R$ 8,5 milhões); Indaiatuba (R$ 8,1 milhões); Santos (R$ 8 milhões); Itu (R$ 7,66 milhões); Votorantim (R$ 4,1 milhões); Praia Grande (R$ 3,5 milhões); Cubatão (R$ 3,34 milhões); e Salto (R$ 3,31 milhões).

A distribuidora reportou lucro líquido de R$ 86,0 milhões no primeiro semestre de 2015, queda de 18,2% em relação ao mesmo intervalo de 2014, se considerados os ativos e passivos regulatórios não contabilizados no ano passado. A geração de caixa medida no conceito Lajida (Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) teve recuo de 9,3% em igual período de comparação, para R$ 206,7 milhões. A receita líquida subiu 44,9%, para R$ 1,969 bilhão. 

“O crescimento dos investimentos da CPFL Piratininga neste contexto desafiador do setor elétrico é a prova do compromisso da companhia com a melhora contínua da qualidade do serviço prestado aos seus clientes”, afirma o presidente da CPFL Piratininga, Carlos Zamboni Neto. Os resultados da empresa no primeiro semestre de 2015 foram pressionados pela retração nas vendas de energia e a expansão dos custos gerenciáveis. 

A receita líquida, por sua vez, foi favorecida pela Revisão Tarifária Extraordinária, autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ao final de fevereiro. Essa medida permitiu repassar aos consumidores uma parcela dos custos mais elevados de compra de energia, reduzindo o descasamento de caixa da CPFL Piratininga.

O volume de energia consumido nos 27 municípios atendidos pela CPFL Piratininga teve uma queda de 3,2% no primeiro semestre de 2015 frente ao mesmo período de 2014. Na análise por classe, verifica-se que o consumo de energia dos clientes comerciais teve crescimento de 1,5% nesse intervalo de comparação, ao passo que o consumo dos consumidores residenciais teve recuo de 1,3%. 

Ambas as classes estão sendo impactadas negativamente pela recente desaceleração do ciclo de expansão do consumo de bens pelas famílias, que, entre 2004 e 2014, foi influenciado pelo aumento real da renda, das baixas taxas de desemprego e do aumento da concessão de crédito.

Desde o início de 2015, o rendimento médio já mostra queda real (descontada a inflação) de 1,9%, contra uma média de ganho real de 2,0% nos últimos cinco anos, e a taxa de desemprego registra aumento de três pontos percentuais desde julho de 2014, alcançando 7,9% da população economicamente ativa hoje. As concessões de crédito apresentam, no acumulado do ano até julho, retração de 0,1% ante 2014, muito distante do crescimento de 8,5% ao mês registrado nos dois anos anteriores. Diante desse cenário, é esperado que as taxas de crescimento de consumo de eletricidade se mostrem menos expressivas e, até mesmo, negativas.

O consumo industrial caiu 6,0% no mesmo período de comparação, como reflexo da desaceleração da indústria brasileira, que acumula queda de 6,6% nos sete primeiros meses do ano na comparação com o mesmo período de 2014.

Vale destacar que os segmentos de metalurgia, minerais não metálicos e borracha e plásticos têm relevante participação no consumo industrial da CPFL Piratininga, setores que registram quedas mais pronunciadas. A provável retomada da atividade industrial, a partir de 2016, pode deixar esses resultados no passado e incentivar o consumo industrial da região. 

O consumo dos clientes da linha “outros”, que inclui rural, poder público, iluminação pública e permissionárias, teve ligeiro recuo de 0,9%. 

Entre os destaques do segundo trimestre de 2015 da companhia está a redução na duração das interrupções no fornecimento da energia, que encerrou junho em 6,80 horas, uma queda de 8,7% na comparação com as 7,45 horas ao final de igual mês em 2014. A frequência das interrupções também teve queda de 9,6% no período, de 4,65 vezes para 4,20 vezes. 

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 102 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 13% de participação, totalizando mais de 7,5 milhões de clientes nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. É líder na comercialização de energia incentivada para clientes livres.

Na geração, é o segundo maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011 criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.127 MW no final do terceiro trimestre de 2015. O grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os 15 maiores investidores brasileiros.

A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 10º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.

Tags:
    CPFL Piratininga; Investimentos; resultados