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CPFL Paulista conclui obra da rede subterrânea da Avenida Francisco Glicério

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Assessoria de Imprensa   29/06/2016

​Concessionária também entrega projeto de modernização do parque de iluminação pública das principais vias do Centro e do Cambuí

Campinas, 30 de junho de 2016 – A partir de hoje, quem passar pela Avenida Francisco Glicério, em Campinas, vai reparar em um visual mais limpo sem os fios e cabos que marcavam o cenário da região. A CPFL Paulista, concessionária da CPFL Energia que atende a 4,2 milhões de clientes em 234 municípios no interior de São Paulo, concluiu hoje a obra da rede subterrânea de 1.440 metros do trecho da Glicério entre as Avenidas Orozimbo Maia e Aquidaban. O investimento total da distribuidora na rede elétrica é cerca de R$ 13 milhões.

O projeto executado incluiu o enterramento de 31,5 quilômetros de fios das redes primária e secundária, o suficiente para fazer o trajeto em linha reta entre Campinas e Americana. Para tanto, cerca de 70 pessoas trabalharam diariamente na obra, que durou 18 meses. "As redes subterrâneas são uma alternativa moderna às redes aéreas, que, pelo tempo de uso, precisavam ser repostas. O enterramento dos fios traz mais confiabilidade ao sistema elétrico e estão menos sujeitos às interferências externas", afirma o presidente da CPFL Paulista, Carlos Zamboni Neto.

Além de trazer inúmeros benefícios e melhorias na identidade visual do local, a rede subterrânea instalada terá o que há de mais moderno em equipamentos, com potência instalada de 4MVA e melhorando os indicadores de continuidade da CPFL Paulista. A concessionária atende 1,992 mil clientes na região da Glicério.

Na obra da avenida Francisco Glicério, as equipes da CPFL Paulista, com a ajuda de sete veículos da frota, removeram 130 postes, o que representa em torno de 7 estruturas por dia. No lugar, foram instalados 153 pontos de iluminação pública do tipo LED, que iluminam mais, são muito econômicas e trazem mais segurança para a população.

Revitalização do Centro de Campinas

A construção da rede subterrânea da Glicério teve duas 2 fases e faz parte de um projeto da Prefeitura de Campinas para revitalização da região central, que conta com a participação de empresas de saneamento, gás natural e telecomunicação.

A primeira etapa iniciou em fevereiro de 2015 e foi interrompida em dezembro, de forma a minimizar os impactos aos comerciantes durante período de compras de Natal e Ano Novo. Os trabalhos foram retomados em janeiro e concluídos agora, em junho de 2016.

As intervenções na rede elétrica integram um projeto mais amplo de modernização na via, contemplando a construção de novas redes de água (2,5 km) e de esgoto (3,1 km). A revitalização da avenida também prevê a modernização de cinco pontos de ônibus e a instalação de um boulevard, com 19 quiosques (12 lanchonetes e sete bancas de jornal).

Iluminação pública

Além das obras na Glicério, a CPFL Paulista também concluiu a modernização do parque de iluminação pública das principais ruas da região central e do bairro Cambuí. O projeto consistiu na substituição de lâmpadas tipo vapor de sódio de 250W por modelos LED com potência de 100W, o que irá proporcionar uma economia na conta de luz do poder público.

A iniciativa faz parte de um termo de cooperação técnica, assinado em abril deste ano entre a CPFL Paulista e a Prefeitura Municipal de Campinas, para a eficientização do sistema de iluminação pública vinculado ao Programa de Eficiência Energética. O projeto foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

O investimento total nesta obra foi de R$ 1,230 milhão, que trará maior luminosidade e aumentará a segurança para a população que frequenta as ruas Benjamin Constant, José Paulino, Emilio Ribas e Barreto Leme. A expectativa é de que o novo sistema de iluminação gere uma economia de 574 MWh/ano, redução de 60% no consumo de energia da iluminação pública da região. Essa quantidade de energia é suficiente para abastecer aproximadamente 240 residências com um consumo mensal de 200 KWh durante um ano.

Além de reduzir o desperdício de energia elétrica, por meio da aplicação de equipamentos mais eficientes, o novo sistema de iluminação a LED também contribui para o meio ambiente. A iniciativa evitará a emissão de 63,29 toneladas de CO2. Para efeito de comparação, essa quantidade de dióxido de carbono representa o mesmo que o plantio de 380 novas árvores.         

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 103 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 13% de participação, totalizando mais de 7,8 milhões de clientes nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14,1% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. É um dos líderes na comercialização de energia incentivada para clientes livres.

Na geração, é o segundo maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011 criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.144 MW no final do primeiro trimestre de 2016. O Grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os maiores investidores brasileiros.

A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 11º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.

Tags:
    rede subterrânea; glicério;