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CPFL Energia registra mais de 2,4 mil interrupções de energia por conta de pipas nos primeiros meses de 2016 em SP

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Assessoria de Imprensa   06/07/2016

Campinas, 6 de julho de 2015 – O Grupo CPFL Energia, maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, registrou, 2.423 desligamentos em suas sete concessionárias no Estado de São Paulo tendo como causa as pipas próximas à rede elétrica nos primeiros meses de 2016, uma média de 3.152 clientes afetados por ocorrência.
 
A título de ilustração, as sete distribuidoras do Grupo no Estado (CPFL Paulista, CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz, CPFL Jaguari, CPFL Mococa, CPFL Sul Paulista e CPFL Leste Paulista), registraram 7.750 desligamentos em todo o ano de 2015, com uma média de 2.259 clientes atingidos por ocorrência. Os números do ano passado foram superiores ao de 2014, quando as concessionárias registraram, em suas áreas de concessão, 5.238 quedas de energia devido ao brinquedo.

“A CPFL Energia, preocupada com a segurança da população e a qualidade do fornecimento de energia elétrica, faz um alerta para que seus clientes estejam atentos aos acidentes provocados pelas pipas, especialmente nesse período de férias escolares, em que as crianças usam o brinquedo com maior frequência. Embora seja aparentemente inofensiva, soltar pipa próxima da rede pode provocar acidentes graves e interrupções no fornecimento de energia”, ressalta o vice-presidente de Operações Reguladas do Grupo CPFL Energia, Luis Henrique Ferreira Pinto. 

Os desligamentos causados pelas pipas poderiam ser evitados se alguns cuidados fossem adotados. É importante escolher um local longe da fiação elétrica, como campos abertos e parques, preferencialmente áreas planas, fugindo do entorno de rodovias ou das avenidas de intenso movimento, evitando inclusive os atropelamentos. Outra preocupação é em relação ao papel utilizado, pois o papel alumínio, ou mesmo papel laminado, são condutores elétricos. Enroscadas nos cabos da rede elétrica, muitas pipas continuam a causando interrupções meses depois de terem sido perdidas. Isso ocorre porque a linha, enrolada nos cabos elétricos, se torna boa condutora de energia quando chove. 

A tentativa de resgatar uma pipa enroscada na fiação pode provocar desligamentos no fornecimento de eletricidade e causar acidentes com vítimas. Subir em telhados ou postes para recuperar o brinquedo representa risco de choque, assim como tentar removê-lo com canos ou bambus. Não é indicado soltar pipas quando estiver chovendo ou com relâmpagos, pois elas funcionam como para-raios, conduzindo energia. Também é perigoso brincar em lajes, porque qualquer distração pode causar uma queda.

O uso do cerol (mistura de cola, limalha e vidro moído) ou da chamada “linha chilena” deve ser evitado. No Estado de São Paulo, utilizar cerol é considerado crime, e sua formulação pode conter limalha de ferro, que provoca curtos-circuitos e choques elétricos. O ideal é soltar pipas longe da rede elétrica. Se acontecer de o brinquedo ficar preso na rede, a melhor coisa a fazer é dá-lo como perdido. A tentativa de recuperação pode provocar acidentes de grandes proporções, inclusive com vítimas, além de interrupções no fornecimento de energia.

Como soltar pipas com segurança

A CPFL realiza constantes campanhas para orientar a população sobre a forma mais segura de praticar a brincadeira. Além de palestras em escolas, a distribuidora de energia também entrega cartilhas, onde, entre outras orientações, estão dicas de como soltar pipas com segurança:

Pipas devem ser empinadas longe de rede elétrica e de preferência em espaços abertos como praças, parques e campos de futebol. Isso evita interferências na qualidade do fornecimento de energia elétrica, serviço telefônicos e em antenas; 
Por segurança, evite também soltar pipas em canteiros centrais de ruas, avenidas ou rodovias, locais onde existe fluxo de veículos;
É necessário ter cuidado com ciclistas e motociclistas. Acidentes acontecem porque as linhas não podem ser vistas;
Caso a pipa enrosque nos cabos elétricos, é melhor desistir do brinquedo. Subir em postes para recuperá-las representa risco de choque, assim como tentar removê-las utilizando madeiras, canos ou bambus;
A utilização de “rabiolas” deve ser evitada, pois elas agarram nos fios elétricos, desligando o sistema e provocando choques;
Utilizar papel alumínio na confecção da pipa é perigoso, pois este material é condutor e em contato com a rede elétrica, provoca curtos-circuitos;
Não é indicado soltar pipas na chuva. Ela funciona como para-raios, conduzindo energia;
Não é indicado subir nas lajes das casas para empinar pipa, qualquer distração pode causar uma queda;
Linhas metálicas não devem ser usadas no lugar da linha comum, pois podem provocar choques elétricos.

Soltar pipa usando cerol é proibido por lei. O uso do cerol ou da linha chilena é proibido por lei e pode matar. 
Lei Estadual - Nº 12.192, de 06 de Janeiro de 2006 (Estado de São Paulo): Proíbe o uso de cerol ou de qualquer produto semelhante que possa ser aplicado em linhas de papagaios ou pipas, sujeitando o infrator ao pagamento de multa no valor de 5 UFESPs e responsabilizando-o penalmente ou aos pais, quando o infrator for menor.

Muitos dos acidentes e interrupções no fornecimento de energia poderiam ser evitados se fossem adotados cuidados básicos. Esses conselhos podem contribuir para que um número maior de pais e responsáveis pelas crianças contribuam com a solução desse problema. Seja respeitando as regras, seja alertando sobre os riscos as pessoas que ainda insistem em praticar a brincadeira de maneira insegura.

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 103 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 13% de participação, totalizando mais de 7,8 milhões de clientes nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14,1% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. É um dos líderes na comercialização de energia incentivada para clientes livres.

Na geração, é o segundo maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011 criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.144 MW no final do primeiro trimestre de 2016. O Grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os maiores investidores brasileiros.

A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 11º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.

Tags:
    Pipa; segurança; rede elétrica; CPFL Energia; distribuição; acidentes