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CPFL Energia investe R$ 90 milhões para modernização para Centro de Operação do Sistema

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Assessoria de imprensa   18/01/2017

Estrutura centralizadora de telecomando e automatização das operações do Grupo comemora 40 anos de existência e reforça o seu pioneirismo no setor elétrico

​Campinas, 19 de janeiro de 2017 - Ao completar 40 anos de existência, o Centro de Operação do Sistema (COS) da CPFL Energia, maior empresa privada do setor elétrico brasileiro, investe cerca de R$ 90 milhões em tecnologias de comunicação e sistemas. Esses investimentos estão sendo realizados em três projetos distintos, que têm por objetivos de manter o caráter ágil, independente e pioneiro pelo qual o centro é reconhecido desde 1976 no setor elétrico nacional, além de modernizar as instalações com tecnologia de ponta em distribuição.

O projeto concluído mais recentemente foi a digitalização da comunicação entre operadores e as equipes de campo. Foram R$ 15 milhões aplicados em sistemas e aparelhos de rádio com tecnologia digital que melhoram o desempenho e a qualidade da comunicação por voz entre os operadores e as 1.400 equipes de eletricistas em campo. 

O novo sistema de comunicação também possibilita a transmissão de dados e despacho das ordens de serviço atuando como backup na falha do canal GPRS, hoje utilizado para a comunicação entre o sistema de despacho e smartphones das equipes.  A adequação da frequência de uso, possibilitada pelos novos equipamentos, também permitiu um ganho de cobertura, o que permite comunicação com alto nível de confiabilidade em qualquer ponto das áreas de concessão no estado de São Paulo onde se fizer necessário.

"Em uma situação de emergência, como um temporal, por exemplo, a comunicação clara entre os operadores e o eletricista em campo se traduz em mais segurança, agilidade e, na ponta, mais qualidade no fornecimento de energia para o cliente final. O sistema reduz o índice de falha por comunicação ineficiente próximo à zero", afirma o diretor de Operações da CPFL Energia, Thiago Freire Guth. 

Outro investimento em telecomunicações em fase de implantação no Centro de Operação do Sistema e também nos Centros de Operação Integrados que atuam na rede de distribuição da CPFL é a criação de uma estrutura própria de transmissão de dados entre subestações , religadoras e operadores. Serão cerca de R$ 40 milhões em 2017 para tornar o COS e COIs independentes da rede GPRS (tecnologia de transmissão de dados utilizadas em aparelhos celulares).

Nesta fase de implantação, o sistema RF Mesh, que já conectava 26 mil medidores inteligentes de grandes clientes industriais e comerciais para a medição e o faturamento à distância, passará a interligar 3.700 religadores automáticos. O nível de disponibilidade da comunicação entre as equipamentos que já tiveram a tecnologia implantadas e o centro aumentou em 15 pontos porcentuais, permitindo com que este índice alcançasse 98%.

O COS deve receber outros R$ 35 milhões na implantação do projeto ADMS (Advanced Distribution Management System), projeto que esta na fase de análise para contratação. Este sistema vai unificar os quatro sistemas utilizados da operação (SCADA, OMS, DMS e EMS). Ao combinar as tecnologias, o sistema ADMS dará condições para a operação suportar as demandas estratégicas do grupo, além de melhor integrar as redes inteligentes.  

 

Histórico e atualidade

A CPFL Energia foi uma das primeiras empresas do setor elétrico brasileiro a criar uma estrutura com sistemas capazes de centralizar e automatizar o comando da operação de distribuidoras e áreas de concessão, em 1976.

De acordo com Guth, "o centro teve um caráter muito inovador desde a sua concepção. Todo o aparato foi criado pelos profissionais da empresa, desde os softwares até a rede de comunicação de dados. Esse processo de inovação produziu uma tecnologia que não existia no mercado na época", pontua.

Com o avanço dos sistemas de tecnologia da informação ao longo das décadas, o COS também foi se modernizando, contribuindo para que as distribuidoras do Grupo CPFL Energia alcançassem os melhores indicadores de fornecimento de energia do setor elétrico brasileiro. "Ao longo dos anos, o processo operacional foi se sofisticando, e novas ferramentas surgiram permitindo a interface em tempo real com o sistema elétrico", complementa o executivo.

Atualmente, o COS controla 383 subestações próprias do Grupo, acompanha outras 217 subestações de terceiros e opera 7,8 mil quilômetros de linhas de transmissão, além de monitorar todas as demais conexões (clientes e linhas de terceiros) com o sistema elétrico das distribuidoras de São Paulo. Todo este sistema é supervisionado por 22 operadores, que possuem um nível elevado de experiência e certificação da Fundação Coge.

 

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 104 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 14,3% de participação, totalizando mais de 9,1 milhões de clientes em 679 cidades em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14,1% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. É um dos líderes na comercialização de energia incentivada para clientes livres.

Na geração, é o terceiro maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011, criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.192 MW no final do terceiro trimestre de 2016. O Grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os maiores investidores brasileiros.

A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 12º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.

 

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    investimento setor eletrico centro de operação