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CPFL Paulista investe R$ 182 milhões na rede elétrica no primeiro semestre de 2015

Escrito por:

Assessoria de Imprensa   14/09/2015


Campinas, 15 de setembro de 2015 – A CPFL Paulista, distribuidora da CPFL Energia que atende a 4,2 milhões de clientes em 234 municípios no interior de São Paulo, investiu R$ 182,0 milhões na rede elétrica de sua área de concessão no primeiro semestre de 2015. Os recursos foram destinados para a ampliação, reforço e manutenção do sistema elétrico. O valor é 39,1% superior aos R$ 130,9 milhões aportados pela companhia em igual período de 2014.

Nesse período, as cidades que mais receberam investimentos da empresa foram: Campinas, cujo aporte somou R$ 22,42 milhões; Piracicaba (R$ 18,4 milhões); Ribeirão Preto (R$ 11,6 milhões); São José do Rio Preto (R$ 8,9 milhões); Duartina (R$ 8,5 milhões); Franca (R$ 6,851 milhões); Itatiba (R$ 6,42 milhões); São Pedro (R$ 5,9 milhões); Americana (R$ 5,12 milhões); e Bauru (R$ 4,8 milhões).

A distribuidora reportou lucro líquido de R$ 137,7 milhões no primeiro semestre de 2015, queda de 20,8% em relação ao mesmo intervalo de 2014, se considerados os ativos e passivos regulatórios não contabilizados no ano passado. A geração de caixa medida no conceito Lajida (Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) teve recuo de 11,1% em igual período de comparação, para R$ 382,2 milhões. A receita líquida subiu 34,2%, para R$ 4,478 bilhões. 

“O crescimento dos investimentos da CPFL Paulista neste contexto desafiador do setor elétrico é a prova do compromisso da empresa com a melhora contínua da qualidade do serviço prestado aos seus clientes”, afirma o presidente da CPFL Paulista, Carlos Zamboni Neto. Os resultados da companhia no primeiro semestre de 2015 foram pressionados pela retração nas vendas de energia e a expansão dos custos gerenciáveis. 

A receita líquida, por sua vez, foi favorecida pela Revisão Tarifária Extraordinária, autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ao final de fevereiro, e pelo reajuste tarifário realizado em abril deste ano. Essas medidas permitiram repassar aos consumidores uma parcela dos custos mais elevados de compra de energia, reduzindo o descasamento de caixa da CPFL Paulista.

O volume de energia consumido nos 234 municípios atendidos pela CPFL Paulista teve uma queda de 2,8% no primeiro semestre de 2015 frente ao mesmo período de 2014. Na análise por classe, verifica-se que o consumo de energia dos clientes comerciais ficou estável, com pequeno crescimento de 0,2%, ao passo que o consumo dos consumidores residenciais teve um ligeiro recuo de 0,9%. 

Ambas as classes estão sendo impactadas negativamente pela recente desaceleração do ciclo de expansão do consumo de bens pelas famílias, que, entre 2004 e 2014, foi influenciado pelo aumento real da renda, das baixas taxas de desemprego e do aumento da concessão de crédito.

Desde o início de 2015, o rendimento médio já mostra queda real (descontada a inflação) de 1,9%, contra uma média de ganho real de 2,0% nos últimos cinco anos, e a taxa de desemprego registra aumento de três pontos percentuais desde julho de 2014, alcançando 7,9% da população economicamente ativa hoje. As concessões de crédito apresentam, no acumulado do ano até julho, retração de 0,1% ante 2014, muito distante do crescimento de 8,5% ao mês registrado nos dois anos anteriores. 

Diante desse cenário, é esperado que as taxas de crescimento de consumo de eletricidade se mostrem menos expressivas e, até mesmo, negativas. É importante destacar, entretanto, que a renda elevada da área de concessão da CPFL paulista, aliada à diversidade da indústria e a um mercado bem estruturado, é um elemento crucial para o desempenho superior na comparação com outras regiões do estado.

O consumo industrial recuou 5,0% no mesmo período de comparação, como reflexo da desaceleração da produção industrial brasileira, que acumula queda de 6,6% nos sete primeiros meses do ano na comparação com o mesmo período de 2014. 

Vale destacar que a cadeia de alimentos e bebidas é a mais importante indústria na área de concessão da CPFL Paulista. Essa atividade teve queda menos pronunciada no mesmo período (-3,8%) por ser mais imune a crises e interferências externas, o que reforça a ideia de um cenário menos negativo no ano. 

O consumo dos clientes da linha “outros”, que inclui rural, poder público, iluminação pública e permissionárias, caiu 5,0%. 

Entre os destaques do segundo trimestre de 2015 da companhia está a conquista do Prêmio Abradee na categoria avaliação pelo cliente para distribuidoras com mais de 500 mil clientes, em premiação realizada em julho, em Brasília.

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 102 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 13% de participação, totalizando mais de 7,5 milhões de clientes nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. É líder na comercialização de energia incentivada para clientes livres.

Na geração, é o segundo maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011 criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.127 MW no final do terceiro trimestre de 2015. O grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os 15 maiores investidores brasileiros.

A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 10º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa. 

Tags:
    CPFL Paulista; Investimento; 2015