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CPFL Paulista investe R$ 3milhões na rede elétrica de Ribeirão Preto

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Assessoria de imprensa   23/05/2016

Recursos foram aplicados neste ano para expansão e manutenção do sistema elétrico da cidade

Ribeirão Preto, 24 de maio de 2016 - A CPFL Paulista, maior distribuidora de energia elétrica do Grupo CPFL Energia, investiu, nos três primeiros meses do ano, R$ 3,025 milhões em obras de expansão do sistema elétrico e manutenção em Ribeirão Preto. Os projetos tornaram o sistema elétrico local mais robusto, seguro e confiável e melhoraram o nível de conforto para os seus 284,8 mil consumidores no município.

A maior parte dos recursos foi utilizada no atendimento das necessidades de clientes, R$ 2 milhões. Destaque para os R$ 776 mil investidos na instalação de medidores para baixa tensão, em função da expansão do número de clientes residenciais e comerciais.

Dentre os projetos nesta linha de investimento destaca-se a ligação do Loteamento Reserva Imperial, com o custo de R$ 57 mil. A obra concluída em 19/03 com a instalação de mais de um quilometro de rede elétrica isolada, menos suscetível às interferências externas, como vento e galhos de árvores. Outros cerca de R$ 900 mil foram utilizados no suporte ao crescimento de mercado, na manutenção e no melhoramento do sistema elétrico. 

A CPFL Paulista ainda investiu R$ 867,4 mil na manutenção e melhoramento do seu sistema elétrico. A companhia destinou R$ 352 mil para manutenção na rede elétrica, sendo R$ 252 mil para a substituição de transformadores avariados, e R$ 515,1 mil em melhorias na rede elétrica, sendo R$ 368,4 mil na rede primária.

"Entramos em uma época do ano mais propícia à conclusão de obras em rede elétrica, uma vez que esta estação tende a ser mais seca e com menor número de ocorrência de temporais. Temos que continuar o nosso trabalho para que, na chegada do verão, a rede elétrica esteja robusta e capaz de manter o fornecimento de energia elétrica com o menor número de interrupções possível", afirma Carlos Zamboni Neto, presidente da CPFL Paulista.

O investimento em Ribeirão Preto é parte dos R$ 101 milhões investidos no primeiro trimestre de 2016 na área de concessão da CPFL Paulista, composta por 234 cidades no interior do Estado de São Paulo. O valor, que representa uma alta de 49,7% ante igual intervalo de 2015, equivale a 48,6% dos R$ 208 milhões investidos pelo Grupo CPFL Energia no segmento de distribuição nos três primeiros meses de 2016.

O plano de investimento colocado em prática pela CPFL Paulista realizou obras como ampliações da rede elétrica de distribuição, serviços para atendimento ao cliente, a manutenção de equipamentos e aumento de capacidade de conjuntos elétricos para permitir a demanda por energia elétrica e, por consequência, o desenvolvimento econômico das cidades.

 

Qualidade e indicadores

O investimento na rede elétrica impacta diretamente na qualidade do serviço. Com padrões de rede mais modernos, mais fortes e menos susceptível a interferência de fatores externos, como queda de árvores e galhos, colisões de veículos e objetos lançados contra os cabos pela força dos ventos, que representam 2/3 dos desligamentos registrados hoje. Os investimentos também dão suporte ao crescimento econômico das cidades que, em termos de infraestrutura energética, estão sendo preparadas para o aumento do consumo de energia elétrica nas próximas décadas.

Para a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), órgão que regulamenta o setor elétrico brasileiro, a CPFL Paulista é uma das melhores distribuidoras de energia do Brasil, se levarmos em consideração os índices de continuidade DEC (que é uma média da duração dos casos de falta de energia, por cliente) e o FEC (que é uma média da frequência dos casos de falta de energia, por cliente). ​

Em média, o cliente da CPFL Paulista ficou 7,75 horas sem energia (DEC) em 2015, o segundo melhor indicador entre as distribuidoras brasileiras. Já a quantidades de vezes que o consumidor ficou sem energia (FEC), na média, foi de 4,89 vezes no ano passado, o terceiro melhor índice brasileiro. Para ter uma base de comparação, os consumidores brasileiros ficaram, na média, 17,61 horas sem energia em 2015 e o FEC foi de 9,94 vezes.

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    investimentos