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 Visão da CPFL

A destinação do lixo das cidades brasileiras tem sido, nos últimos anos, um problema ambiental e social crescente, que aflige a maior parte dos municípios brasileiros e que tem mobilizado especialistas, ambientalistas e autoridades em busca de soluções definitivas. No Brasil, são produzidos atualmente 260 mil toneladas de lixo por dia. Desse total, a maior parte – cerca de 76% – é depositada em lixões a céu aberto, sem o tratamento adequado. Somente 13% são encaminhados para aterros controlados e outros 10%, para aterros sanitários. Do total de lixo produzido no país, apenas 0,9% são compostados em usinas e 0,1%, incinerados.

A deposição irregular dos rejeitos da sociedade, com riscos para mananciais de água, para comunidades vizinhas e para a própria atmosfera, devido à emissão de metano emanado da decomposição do lixo orgânico, é, portanto, a tônica em grande parte do país. Com o objetivo de mudar esse estado de coisas, o governo federal sancionou, em 2010, a Lei 12.305, que implementou a Política Nacional de Resíduos Sólidos, determinando diretrizes para a gestão do lixo no Brasil, um avanço concreto rumo a uma solução para os problemas vivenciados nesta frente.

Com uma atuação marcada por uma preocupação com o desenvolvimento sustentável, o que implica o compartilhamento de iniciativas que promovam o bem-estar das comunidades com as quais se relaciona, e com o espírito pioneiro com que sempre se lançou no desbravamento de novas frentes de negócio, a CPFL Energia está em busca de soluções que possam contribuir para a questão dos resíduos sólidos e está realizando estudos que permitam prover uma destinação adequada destes resíduos, conjugada com uma de suas atividades-fim, que é a produção de energia elétrica.