Comando para Ignorar Faixa de Opções
Ir para o conteúdo principal
SharePoint

 Visão Externa

​​​Os primeiros protótipos dos veículos elétricos surgiram na primeira infância do automóvel, na virada do século XIX para o XX. Neste período foram criados diversos serviços públicos de transporte elétrico, alguns dos quais rodam ainda hoje, como por exemplo o bonde e o ônibus elétrico. Sendo um meio de transporte barato e confiável, eles contribuíram para o desenvolvimento econômico dos grandes centros e de áreas suburbanas. Ao longo do tempo, quase todas as grandes cidades do mundo já haviam aderido ao transporte elétrico

Entretanto, a baixa autonomia de rodagem dos veículos elétricos, favoreceram uma comparação com os veículos equipados com motores movidos à gasolina e derivados de petróleo, que levavam vantagem sobre o elétrico. Somadas às grandes transformações que o mundo sofreu, entre a grande depressão de 1929 e o novo cenário geopolítico resultante da 2ª Guerra Mundial, os carros elétricos acabaram sendo preteridos como padrão para a indústria automotiva e para os segmentos relacionados, tornando-o assim o veículos à gasolina o principal meio de transporte.

Entretanto, quase um século depois, os carros elétricos, começaram a ser reabilitados. Nos anos 90, voltaram a ser fabricados alguns modelos movidos a eletricidade em diferentes partes do mundo, embalados pelas crescentes preocupações com os impactos da emissão de poluentes na atmosfera. A tônica agora é encontrar uma alternativa sustentável para a indústria automotiva, através da baixa emissão de poluentes, proporcionada pelos meios de transporte elétrico.

Quando comparada com a mobilidade tradicional, a mobilidade elétrica oferece uma experiência única com uma aceleração rápida e suave, um ambiente ultra-silencioso, uma autonomia confiável em ambiente urbano e custos de manutenção consideravelmente inferiores.​

O significativo crescimento desta indústria está extremamente relacionado com a diminuição das emissões de gases de efeito de estufa e da poluição ambiental, propriedades fundamentais para quem queira ser parte das cidades inteligentes do futuro. Esta redução de externalidades negativas, irá permitir aos players de mobilidade elétrica apresentar propostas de elevado valor agregado. ​​

Daqui em diante existem diversos cenários traçados. Atualmente os mercados mais maduros são aqueles onde os governos já reconheceram ao nível fiscal e regulatório - atuando diretamente sobre o total cost ownership. Estamos falando de um mercado ainda em construção, mas já reconhecido por governos e consumidores de diversos países (EUA, Bélgica, Inglaterra, Japão, Austrália, Espanha, Portugal, Alemanha, Canadá, Dinamarca, China, Coreia do Sul ou Israel) que já quebraram algumas imposições jurídicas e regulatórias, a fim de promover ainda mais o desenvolvimento deste mercado promissor.

O significativo crescimento desta indústria é também impulsionado pelas crescentes preocupações com a diminuição das emissões de gases de efeito de estufa e da poluição ambiental, propriedades fundamentais para quem queira ser parte das cidades inteligentes do futuro. Um dos desafios das montadoras e dos segmentos que apoiam uma disseminação maior dos veículos elétricos é suplantar algumas limitações desses modelos, em comparação com os convencionais. Uma das limitações mais mencionadas é a relativamente baixa autonomia dos veículos elétricos. Enquanto um veículo a gasolina roda até 600 quilômetros com um tanque cheio, os veículos elétricos que utilizam baterias do tipo chumbo-ácido proporcionam uma autonomia de 50 a 70 quilômetros. Resultados dos investimentos realizados em Pesquisa e Desenvolvimento, as baterias de íons de lítio ou de sódio já conseguiram avançar bastante, elevando a autonomia para a faixa de 150 a 200 quilômetros.

Além disso, a expectativa é a de que o crescimento da escala de produção, motivada pelo crescente interesse por alternativas mais sustentáveis de transporte urbano, termine também por reduzir os preços dos modelos elétricos.​