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Você
não precisa de um livro para entender o Mercado Livre.
Você
pode contar com a experiência e competência da
CPFL Comercialização Brasil, que está
preparada para atender às suas necessidades, dentro
deste novo ambiente do setor elétrico – reestruturado
e com novas formas de comercialização de energia,
que buscam eficiência e redução de custos.
Neste
sentido, a CPFL Comercialização Brasil tem uma
equipe de profissionais altamente qualificada, com competência
técnica e comercial para atuar neste novo cenário,
em todo o território nacional.
A
CPFL atua em outras frentes de comercialização
de energia oferecendo diversas opções aos seus
clientes corporativos, como derivativos de energia, garantindo
ao cliente confiabilidade na operação contra
possíveis altas de preços, a fim de possibilitar
eficiência e redução dos custos da energia
elétrica.
A
CPFL Comercialização Brasil está atenta
também ao grande potencial de co-geração
de energia, buscando estimular a sua exploração.
A CPFL vem aumentando anualmente seus negócios de energia
neste setor. A empresa também atua como trader na compra
e venda de energia junto a outras distribuidoras e geradoras
independentes de eletricidade, buscando as melhores condições
que beneficiem seus clientes.
A
busca incessante de oportunidades de negócios e o foco
no cliente orientam as atividades desenvolvidas pela equipe
de profissionais especializados, estabelecendo mais do que
uma relação profissional: o compromisso de parceria
com o cliente.
Setor
Elétrico Tradicional
Até
alguns anos atrás a geração, a transmissão,
que compreende o transporte de energia das usinas até
as concessionárias, a distribuição e
a venda de energia elétrica eram feitas por empresas
federais ou estaduais que detinham monopólio em todas
as etapas do fornecimento de energia elétrica.
Desta forma, a partir do momento em que o cliente se instalava
em determinada localidade, tudo o que envolvia energia elétrica
estava submetido à legislação vigente,
em que a concessionária conectava o cliente e não
havia negociação de preços.
Desregulamentação
do Setor Elétrico
O setor elétrico brasileiro vem sendo modificado, em
sua forma institucional, por leis federais, decretos, resoluções,
buscando um modelo que tem como diretrizes principais:
• Geração de Energia Elétrica
Aberta ao investimento privado tanto para a compra
de usinas já existentes como para a
iniciativa de construção de novas
fontes geradoras, preservando-se o princípio de livre
competitividade.
• Transmissão de Energia Elétrica
Manteve-se o monopólio natural para as
concessionárias distribuidoras, e também a interligação
dos diversos sub-sistemas. As condições
de conexão de unidades geradoras ou consumidoras à
rede básica sob os aspectos técnicos
e operacionais e de tarifas são estabelecidas por órgão
regulador federal.
• Distribuição de Energia Elétrica
Manteve-se o monopólio natural para as
unidades consumidoras, também como todas as
condições de conexão, tarifas,
estabelecidas por regulamentação de órgão
regulador federal.
• Comercialização de Energia Elétrica
O cliente final terá caráter concorrencial,
cabendo a esse cliente a escolha de empresa autorizada
para a compra de energia.
Nessa
nova configuração, o cliente tem a oportunidade
de escolher a sua comercializadora de energia, negociando
preços, montantes e, inclusive, revenda de excedentes.
Para
possibilitar a livre concorrência na comercialização
de energia e estimular o investimento privado em novas gerações
a legislação estabelece regras para que uma
parte sempre crescente de mercado possa escolher seu próprio
provedor de energia. As unidades consumidoras com esse direito
passam a ser denominadas “clientes livres”.
Quem
pode ser livre?
A
legislação atual estabelece que uma unidade
consumidora entendida como ponto de medição,
que poderá optar por ser “livre” quando
cumprir seu contrato de fornecimento vigente com a concessionária
local e deverá atender a uma das condições
abaixo:
•
Ser atendido com tensão igual ou superior
a 69 kV e ter demanda de, no mínimo, 3 MW
• Ter demanda de, no mínimo,
3 MW e ter sido ligado após 08 de Julho de 1995,
independentemente da tensão de fornecimento
• Ter demanda de, no mínimo,
500 kW, com qualquer tensão de fornecimento, podendo
comprar
energia diretamente de “pequenas centrais
hidrelétricas – PCHs” ou de outras fontes,
tais como
eólica, biomassa ou solar.
Tendências
de Migração
Prevalecendo
a tendência atual, a perspectiva de migração
do cliente cativo para o mercado livre, até agora por
opção voluntária, passará a ser
compulsória, de forma gradativa.
O gráfico abaixo explica a tendência atual, onde
percebe-se que:
• O cliente terá que adquirir blocos crescentes
de energia no âmbito de mercado livre.
• A demanda correspondente a estes blocos terá
o mesmo tratamento de uso de rede e conexão.
• A energia, ainda cativa, terá também
contratos de uso de rede e conexão para demanda
• O preço de MW/h cativo será fixado pela
ANEEL. Sendo assim, na transição desaparecerão
os
atuais contratos horo-sazonais.

Clientes
Livres e Clientes com Fornecimento Regulado
Comparamos
abaixo as diferentes relações do Cliente Livre
e do Cliente Regulado quando contrata o fornecimento de energia
elétrica para sua unidade consumidora:
| |
Cliente
Livre
|
Cliente
Regulado |
| Conexão
elétrica |
concessionária
local |
concessionária
local |
| com
quem celebra contratos |
concessionária
local e com o vendedor de energia |
concessionária
local |
| tipos
de contrato |
•
Conexão e Uso de Rede
com a concessionária local
• Compra e venda de
energia com o vendedor
escolhido |
Contrato
de fornecimento com a concessionária local |
| o
que é contratado |
•
demanda com a
concessionária local
• energia com o vendedor
escolhido |
demanda,
com a concessionária local |
| o
que tem preço regulado |
Conexão
e Uso de Rede, inclusive tarifa (R$/kW) |
demanda
(R$/kW) e energia (R$/kWh) |
| o
que é de livre negociação |
preço
e condições comerciais de energia |
nada |
| responsabilidade
pela qualidade e continuidade do fornecimento |
concessionária
local |
concessionária
local |
| atendimento
de emergência |
concessionária
local |
concessionária
local |
Qual é o preço final do uso da energia?
O
preço final da energia consumida pela unidade consumidora
dependerá:
• Da tarifa de uso da rede da concessionária
local
• Do fator de carga da modulação da demanda
da unidade consumidora
• Do preço livremente negociado de energia (R$/kWh)
Quais
as vantagens em se optar pelo mercado livre?
Possibilidade de...
•
Negociar preço de energia
• Adequação dos montantes contratuais
e preços ao perfil de uso diário, mensal e anual
de
energia.
• Efetuar contratações de curto, médio
e longo prazo, dependendo das condições da atividade
desenvolvida e do nível de preço conjuntural
da energia
• Celebração de contratos de hedge
ou swap
• Negociar a associação da compra de energia
com a prestação de serviços adicionais,
qualidade do
fornecimento, etc.
Contrato Hedge
"Em
finanças, a palavra tem o sentido de expressar operações
que reduzem o risco, referindo-se à operação
feita no mercado financeiro para se proteger de oscilação
brusca de preços. Não se trata de um tipo de
operação, mas do objetivo da operação.
Por exemplo, mercados futuros e de opções tanto
podem ser usados no sentido de proteção contra
riscos (hedge) como no de especulação
com objetivos de obter ganhos extraordinários. Quando
usados com objetivo de hedge, os mercados derivativos
têm a função de reduzir o risco das partes.
Quando usados para especulação, o risco pode
aumentar."
Contrato
Swap
"Operações
financeiras caracterizadas pela possibilidade de troca de
taxas de juros ou índices contratados incidentes num
determinado período, para uma aplicação
denominada "Operação Base". Atualmente
a única operação base é o CDB
pré-fixado. Swap é um derivativo financeiro
que tem por finalidade promover a troca (simultaneamente)
de ativos financeiros entre os agentes econômicos envolvidos.
Por exemplo: uma empresa possui um ativo financeiro indexado
à variação do dólar comercial
e deseja trocar à variação, desse ativo
financeiro (dólar comercial) por uma determinada taxa
pré-fixada sem se desfazer do ativo financeiro. Nesse
caso ela poderá através de um swap de taxa realizar
tal operação. Desta maneira há uma proteção
(hedge) contra os riscos de uma variação
acentuada das taxas."
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