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Ações

Introdução

Mais que gerar e distribuir energia elétrica, a CPFL vem atuando com o objetivo de contribuir para o efetivo desenvolvimento econômico e social das comunidades de sua área de atuação. Por entender ser imperioso agregar a esse desenvolvimento a variável da sustentabilidade ambiental, a CPFL incorporou aos seus valores o respeito ao meio ambiente no desenvolvimento de suas atividades empresariais.

A adoção de uma Política Ambiental, em 1997, com posteriores adequações em um processo contínuo de melhoria e evolução, levou a empresa a integrar formalmente as considerações ambientais aos processos de tomada de decisão que direcionam o planejamento corporativo, os projetos, a construção de novas unidades, a operação e a manutenção das instalações e propriedades.

Em atendimento a política ambiental e seus princípios, a CPFL Energia considera as questões ambientais desde as fases de projeto até a construção e operação dos seus empreendimentos, através, dos estudos ambientais que identificam os impactos das atividades e norteiam as ações a serem implementadas.

Estruturalmente funcionando com o status de departamento, a área de Meio Ambiente da CPFL Geração é responsável pelos trabalhos desenvolvidos por todas as empresas que integram a holding CPFL Energia.

Sistema de Gestão Ambiental

O Sistema de Gestão Ambiental–SGA, parte integrante do Sistema de Gestão Integrado-SGI, tem o objetivo de controlar os aspectos das atividades desenvolvidas pelas empresas do grupo CPFL Energia, para eliminar ou mitigar os impactos ambientais, de maneira integrada com as demais normas de gestão.

Os aspectos ambientais são tratados desde o planejamento, implantação e operação dos ativos, até a destinação final de resíduos, em sintonia com a Política Ambiental e a Política de Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa da CPFL Energia.

O Sistema de Gestão Ambiental da CPFL é certificado pelo BVC na Norma NBR ISO 14001:2004

As distribuidoras do grupo CPFL foram as primeiras empresas de energia elétrica do Brasil a obterem, em 2005, adequação das suas certificações ambientais em conformidade com a norma ISO 14001:2004, a mais atual. Seus processos relacionados à arborização urbana já eram certificados, desde 2003, pela ISO 14001:96, nas áreas de concessão da CPFL Paulista e da CPFL Piratininga, para o escopo "Convivência da Rede de Distribuição Urbana de Energia Elétrica com o Meio Ambiente". O processo de "Geração Hidráulica de Energia Elétrica", da CPFL Geração, também obteve a certificação pela ISO 14001:2004.

Licenciamento Ambiental

A CPFL Energia realiza o licenciamento ambiental de suas atividades, as quais englobam novos empreendimentos da Geração, Transmissão e Distribuição, incluindo a Repotenciação de Pequenas Centrais Hidrelétricas, atendendo às disposições legais em vigor e contribuindo para tornar mais eficaz a gestão estatal das questões ambientais.

Também são objetos de licenciamento, a obtenção de autorizações para Roçadas e Aceiros sob Linhas de Distribuição e Transmissão de Energia Elétrica e o desassoreamento de Reservatórios. 

Linhas de Transmissão (LT) e Linhas de Distribuição (LD)

Embora os empreendimentos de transmissão e distribuição potencialmente causem baixo impacto ambiental e social, a empresas tem empregado normas de projeto rigorosas e tecnologia de ponta para reduzi-los ainda mais, evitando-se o quanto possível, corte de vegetação, impactos sobre a fauna e interferências desnecessárias nos processos produtivos da propriedade rural. Além de direcionar suas ações para redução dos impactos causados por suas atividades e cumprimento das normas e legislação em vigor, a empresa tem procurado desenvolver um relacionamento de cordialidade e parceria com os órgãos estatais, com vistas a compatibilizar os valores despendidos na compensação e/ou minimização dos impactos com os planos de governo, potencializando os benefícios desses investimentos para toda a sociedade. 

Programa de Arborização Urbana

Dentre os impactos ambientais da atividade de distribuição de energia, o mais relevante é a poda da arborização urbana, necessária para garantir a segurança da população e qualidade da energia que chega aos consumidores.

Preocupada com esta questão, a CPFL mantém um Programa de Arborização Urbana, o qual, através de planejamento, busca harmonizar a convivência entre a rede de distribuição de energia e a arborização urbana, reduzindo os custos de manutenção da rede de distribuição, e o impacto direto sobre os indicadores técnicos de qualidade de fornecimento de energia - DEC e FEC.

Em 2005 publicou e distribuiu o “Guia de Arborização Urbana Viária – Aspectos de seu planejamento, implantação e manejo” às prefeituras municipais, atendidas pela empresa, esperando contribuir, de alguma forma, para que os cuidados com a arborização viária ganhem importância, possibilitando um convívio harmonioso com os equipamentos existentes nos logradouros públicos.

Para atendimento ao Programa de Arborização Urbana, a CPFL Paulista e a CPFL Piratininga mantém dois viveiros, um na UHE de Jaguari (município de Pedreira) e outro na UHE de São Joaquim (município de Guará), com capacidade total de produção de 200.000 mudas/ano. Em 2009, estará em operação o novo viveiro na UHE Lençóis (município de Macatuba) com capacidade de produção de 160.000 mudas/ano.

Um dos objetivos do programa é manter disponível para doação a todos os municípios das áreas de concessão das empresas CPFL, mudas de espécies adequadas à coexistência com o sistema elétrico e demais equipamentos urbanos. Essas mudas destinam-se a fomentar projetos de arborização urbana, desenvolvidos em parcerias com Prefeituras, organizações não-governamentais, associações de moradores e empresários do setor de incorporação e construção civil.

Programa de Conservação de Fauna Aquática

O Programa contempla as ações de preservação e conservação da fauna aquática dos reservatórios e das bacias hidrográficas onde estão inseridas as usinas hidrelétricas da CPFL. Para que seus objetivos possam ser alcançados destacam-se as seguintes atividades desenvolvidas:

• Operação e Manutenção do Sistema de Transposição de Peixes (STP): As Pequenas Centrais Hidrelétricas de Gavião Peixoto, Salto Grande, Dourados e São Joaquim possuem escadas para transposição de peixes. As escadas são estruturas que ligam o reservatório ao nível de jusante onde o rio volta a correr naturalmente, possibilitando que o fluxo dos peixes seja mantido.

• Repovoamento: Em 1994 a CPFL aprovou junto ao IBAMA, a construção de uma estação de piscicultura na Usina de Jaguari, município de Pedreira, para reprodução de peixes nativos visando o repovoamento de rios e córregos. A estação está autorizada a produzir alevinos de Piaparas, Lambaris, Curimbatás, entre outros.

Programa de Reflorestamento

A CPFL vem desenvolvendo um programa de restauração da vegetação natural nas Áreas de Preservação Permanente (APP's) no entorno dos seus reservatórios, como proposta de recuperação e conservação da vegetação remanescente e a adequação do entorno desses reservatórios à legislação ambiental vigente. Prioriza áreas onde se favoreçam a interligação de fragmentos florestais, e seja estimulado o fluxo gênico entre populações naturais, desenvolvendo ações em sintonia com a gestão ambiental praticada pelos municípios.

Manejo de Plantas Aquáticas

O processo de degradação ambiental decorrente da ocupação desordenada e principalmente da falta de saneamento básico tem provocado diversos impactos negativos nos reservatórios das usinas operadas pela CPFL, em especial o reservatório de Salto grande. Um dos principais impactos é a proliferação excessiva de macrófitas flutuantes (plantas aquáticas).

Buscando soluções para o problema e atendendo aos requisitos legais, iniciou-se a retirada mecânica das plantas com incorporação da massa vegetal ao solo do entorno.

Em 2008, a CPFL Geração removeu 27.860m³ de plantas aquáticas (correspondente a 44,2 ha) do reservatório da UHE Americana. Desde 2004 foram colhidos 131.269 m³, correspondentes a 208,3 ha de plantas aquáticas no reservatório.  

Balanço de Carbono

Mecanismo de Desenvolvimento Limpo MDL  

As empresas do grupo CPFL Energia desenvolvem projetos que contribuem para reduzir a emissão dos gases causadores do efeito estufa. Estes projetos geram Certificados de Redução de Emissões de CO2 (CERs) que podem ser comercializados no âmbito do Protocolo de Kyoto.

Em decorrência do Programa de Repotenciação das PCHs, que privilegia o aumento da potência instalada sem aumento da área inundada, foi possível à CPFL Energia desenvolver um Projeto de MDL e comercializar os CERs. Em 2008, foram comercializados 37.583 CERs referentes ao período de 2003 a 2007, com faturamento bruto de 507 mil euros. A estimativa de redução de emissões nesses empreendimentos equivale a 120 mil toneladas de gases causadores do efeito estufa, entre 2003 e 2012.

As usinas do Complexo Ceran foram alvo do primeiro negócio no mundo envolvendo a venda de CERs de uma usina hidrelétrica a fio d'água. Com o negócio, foi concluída a venda de 254 mil CERs relativos à geração hidrelétrica da UHE Monte Claro no período de 2005 a 2007, com faturamento bruto de 3,7 milhões de euros. 

Novos Empreendimentos

Nos empreendimentos de geração de energia da CPFL Energia, diversos Programas e Ações Sócio-Ambientais são implantados visando a conservação dos ambientes e mitigação dos impactos ambientais. Dentre as ações, destacam-se:

  • Implementação do Plano Ambiental de Conservação e Uso do entorno dos reservatórios;

  • Recuperação e preservação da biodiversidade nas Áreas de Preservação Permanente no entorno dos reservatórios das usinas, envolvendo ações de coleta de sementes, produção de mudas e implantação e manutenção dos reflorestamentos;

  • Monitoramento e conservação da flora e da fauna na área de abrangência dos empreendimentos, com o objetivo de preservar a diversidade e a variabilidade genética, através do resgate e conservação do germoplasma in situ e ex situ, visando a reprodução e reintrodução de espécies raras, endêmicas ou ameaçadas.

  • Aplicação de recursos na criação e consolidação de unidades de conservação, mecanismo de compensação ambiental por impactos significativos causados ao meio ambiente natural e à qualidade de vida e que não podem ser completamente eliminados. 

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